[REVIEW] Por que eu não recomendo a Vintage RS (Porto Alegre).

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Re: [REVIEW] Por que eu não recomendo a Vintage RS (Porto Alegre).

Mensagem por CaQuinhO em Seg Mar 26, 2012 6:22 pm

NeyBass escreveu:CaQuinho, eu acho meio dificil o juiz entender dessa forma, ainda mais que o baixo não é o instrumento de trabalho do amigo aí, ele não depende do instrumento para sobreviver.

(posso estar falando besterira) mas eu fugiria dessa situação toda.

Na minha opinião, acho que não é bem por aí. O fato de não depender do baixo pra viver, não interfere muito no valor sentimental do bem. Aliás, uma coisa não tem nada a ver com a outra.

Imagine que eu tenho um relógio de parede que está na minha família há 10 gerações. Eu não dependo desse relógio pra viver, mas ele tem um valor sentimental que SOMENTE EU posso mensurar, é completamente subjetivo. Cabe ao juiz interpretar isso, e verificar se essa mensuração é razoável.

Eu posso ter um baixo tonante, que meu avô me deu no seu leito de morte. O baixo não vale nem 50 reais, mas o seu valor sentimental é enorme. Se alguém causa um dano a esse objeto, esse dano é quase exclusivamente MORAL, e não, ECONÔMICO.
É daí que vem o ressarcimento por dano MORAL.

É bem plausível essa hipótese de alegar apreço sentimental pelo objeto, para não submetê-lo novamente às mãos de um profissional que, comprovadamente, não tem gabarito para tal.
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Re: [REVIEW] Por que eu não recomendo a Vintage RS (Porto Alegre).

Mensagem por GeTorres em Seg Mar 26, 2012 7:04 pm

NeyBass escreveu:só dando um pitaco aí na conversa. Você deve lembrar que o luthier se propôs em "consertar" o estrago, você não aceitou, em outras palavras, ele não fugiu do compromisso, essa eu creio ser uma ótima justificativa para ele.

o Juiz pode ordenar que você mande o baixo para ele, ja que ele se propôs a consertar. (aos amigos que entendem de lei, to certo ou não?).

Sim, de fato o correto é dar uma segunda chance ao "lutiê", após isso, se o serviço n]ão ficar de acordo, você pode fazer o esquema 3 orçamentos e mandar consertar e cobrar dele.
O CDC prevê isso.


ferabreu escreveu:GeTorres, obrigado por ajudar um colega do Direito.

Sou bacharel, mas não advogado. Não trabalho nesta área...e não costumo me envolver em chicanas - por isso, não entendo quase nada deste assunto, heheheh.

Valeu mesmo!

Também não sou advogado, sou bacharelando, mas desejo muito advogar, e como vcs perceberam, acabo agindo como advogado. Não escondo que sou apenas um bacharelando.

CaQuinhO escreveu:

o Juiz pode ordenar que você mande o baixo para ele, ja que ele se propôs a consertar. (aos amigos que entendem de lei, to certo ou não?).

Sim, conforme disse acima.

Se o juiz vai entender essa ligação emocional do músico com o seu instrumento, eu não sei...
Mas é um argumento a se colocar bem claro na petição: o vínculo emocional com o objeto, e a perda da credibilidade (justificada) com relação à competência do profissional em questão.[/quote]

O argumento é válido. ressarcimento de prejuízo não tem nada a ver com o fato dele depender ou não do bem para sobreviver, trata-se de dano material e não moral. (meu entendimento)

allexcosta escreveu:Buraco em madeira não se conserta, se armenga. A madeira que saiu dali nunca mais voltará. Pode até ser um serviço pequeno e muita gente não liga sendo em um local que não aparece, mas é impossível levar o baixo a seu estado anterior.

Sim, o 'status quo ante' no caso é o mais próximo possível, uma vez que de fato é impossível a volta a forma original

CaQuinhO escreveu:
NeyBass escreveu:CaQuinho, eu acho meio dificil o juiz entender dessa forma, ainda mais que o baixo não é o instrumento de trabalho do amigo aí, ele não depende do instrumento para sobreviver.

(posso estar falando besterira) mas eu fugiria dessa situação toda.

Na minha opinião, acho que não é bem por aí. O fato de não depender do baixo pra viver, não interfere muito no valor sentimental do bem. Aliás, uma coisa não tem nada a ver com a outra.

Imagine que eu tenho um relógio de parede que está na minha família há 10 gerações. Eu não dependo desse relógio pra viver, mas ele tem um valor sentimental que SOMENTE EU posso mensurar, é completamente subjetivo. Cabe ao juiz interpretar isso, e verificar se essa mensuração é razoável.

Eu posso ter um baixo tonante, que meu avô me deu no seu leito de morte. O baixo não vale nem 50 reais, mas o seu valor sentimental é enorme. Se alguém causa um dano a esse objeto, esse dano é quase exclusivamente MORAL, e não, ECONÔMICO.
É daí que vem o ressarcimento por dano MORAL.

É bem plausível essa hipótese de alegar apreço sentimental pelo objeto, para não submetê-lo novamente às mãos de um profissional que, comprovadamente, não tem gabarito para tal.

Torno a repetir, trata-se de dano material, independe se ele necessita do baixo para sobreviver; se fosse o caso, a gravidade do erro seria de proporção maior e caberia lucro cessante pelo tempo que não poderia trabalhar. è indenização por dano material, nada mais que isso

O exemplo do relógio funciona, por ser algo antigo e de comprovada ligação afetiva, o baixo não pode ser visto desta forma. Expor a frustração é uma coisa, alegar depressão pela kgd e o apego (nós sabemos que isso existe e eu mesmo tenho meus 'filhos') outra é pedir dano moral, que eu creio que não é o caso.

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Re: [REVIEW] Por que eu não recomendo a Vintage RS (Porto Alegre).

Mensagem por Masteles em Seg Mar 26, 2012 7:13 pm

Eu nesta situação?

Já estando no prejuízo......eu quebraria o que sobrou do baixo na cabeça do cidadão, depois usaria os miolos dele para tapar os buraquinhos, deixaria lá os dois no chão, após isso procuraria uma boa benzedeira, pastor, pai de santo....

Shocked

Jamais vi situação similar!

Quando algum "profissional" decide de vontade própria, sem prévio acordo, não cobrar por um serviço, ou fazer desconto depois de contratado, eu fico com um cachorro e não uma pulga atrás da orelha!

Bem neste caso foi visível a caca, mas fica o alerta!
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Re: [REVIEW] Por que eu não recomendo a Vintage RS (Porto Alegre).

Mensagem por Maurício_Expressão em Seg Mar 26, 2012 7:49 pm

Normal luthier trocar escudo e fazer nova furação deixando os furos como mostrado nas fotos?
Deslocar o plate control e fazer nova furação?
Sei não...

Ou dou sorte com meu luthier, ou o padrão de serviços em minha região é diferente.

Quando tirei o circuito ativo de meu Fender Precision levei os potenciômetros (CTS), resistores, capacitores e esquema original do baixo, tudo novo, nas embalagens fechadas com o logo Fender para meu luthier.

Durante a instalação, o luthier teria que amassar um dos terminais do potenciômetro antes de soldar e durante esse amassamento quebrou um pedaço desse terminal.

Ele poderia ter soldado sobre o pedaço que sobrou e montado sem me falar nada. Pois tudo estava funcionando normalmente.

Foi o que ele fêz.

Só que ele encomendou outro potenciômetro (e-bay) e ao me entregar o baixo relatou o que aconteceu, pediu desculpas, me mostrou de onde estava importando a peça e disse que só não tinha comprado uma peça de uma loja aqui do Br pois a diferença de preço era muito grande.

Pediu para que eu levasse o baixo de volta para trocar o potenciômetro assim que a peça chegasse.

Acabei comprando outro potenciômetro aqui no BR mesmo, que chegou uns 3 dias depois, e pedi para ele trocar. Ele queria me dar o potênciômetro quando chegasse. Mas recusei.

E não quis aceitar de forma alguma o pagamento pelo serviço pois ele tinha cometido um erro.

Tá certo que o SX é um instrumento de baixo valor comercial, mas estava visível que era um instrumento bem tratado.
Acho que o serviço tinha que ser melhor.
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Re: [REVIEW] Por que eu não recomendo a Vintage RS (Porto Alegre).

Mensagem por djmmaster em Seg Mar 26, 2012 9:23 pm

mesmo que fosse um tonante nada justifica oq esse cidadão fez, eu vou ser bem sincero tenho um pouco de medo de levar meus baixos para alguem mexer, são baixos baratos e simples mas gosto deles. sobre o ocorrido no teu baixo nem sei oq dizer, eu deixaria ele fazer o escudo e só tocar no baixo para tirar as medidas e ainda na tua frente, depois pegaria o escudo e instalaria eu mesmo. ou pede para ele tapar os buracos com massa e fazer uma pintura não translucida (se bem que pode vir mais porcaria)
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Re: [REVIEW] Por que eu não recomendo a Vintage RS (Porto Alegre).

Mensagem por subgrave em Seg Mar 26, 2012 10:14 pm

GeTorres escreveu:
NeyBass escreveu:só dando um pitaco aí na conversa. Você deve lembrar que o luthier se propôs em "consertar" o estrago, você não aceitou, em outras palavras, ele não fugiu do compromisso, essa eu creio ser uma ótima justificativa para ele.

o Juiz pode ordenar que você mande o baixo para ele, ja que ele se propôs a consertar. (aos amigos que entendem de lei, to certo ou não?).

Sim, de fato o correto é dar uma segunda chance ao "lutiê", após isso, se o serviço n]ão ficar de acordo, você pode fazer o esquema 3 orçamentos e mandar consertar e cobrar dele.
O CDC prevê isso.


ferabreu escreveu:GeTorres, obrigado por ajudar um colega do Direito.

Sou bacharel, mas não advogado. Não trabalho nesta área...e não costumo me envolver em chicanas - por isso, não entendo quase nada deste assunto, heheheh.

Valeu mesmo!

Também não sou advogado, sou bacharelando, mas desejo muito advogar, e como vcs perceberam, acabo agindo como advogado. Não escondo que sou apenas um bacharelando.

CaQuinhO escreveu:

o Juiz pode ordenar que você mande o baixo para ele, ja que ele se propôs a consertar. (aos amigos que entendem de lei, to certo ou não?).

Sim, conforme disse acima.

Se o juiz vai entender essa ligação emocional do músico com o seu instrumento, eu não sei...
Mas é um argumento a se colocar bem claro na petição: o vínculo emocional com o objeto, e a perda da credibilidade (justificada) com relação à competência do profissional em questão.

GeTorres escreveu:O argumento é válido. ressarcimento de prejuízo não tem nada a ver com o fato dele depender ou não do bem para sobreviver, trata-se de dano material e não moral. (meu entendimento)

allexcosta escreveu:Buraco em madeira não se conserta, se armenga. A madeira que saiu dali nunca mais voltará. Pode até ser um serviço pequeno e muita gente não liga sendo em um local que não aparece, mas é impossível levar o baixo a seu estado anterior.

Sim, o 'status quo ante' no caso é o mais próximo possível, uma vez que de fato é impossível a volta a forma original

CaQuinhO escreveu:
NeyBass escreveu:CaQuinho, eu acho meio dificil o juiz entender dessa forma, ainda mais que o baixo não é o instrumento de trabalho do amigo aí, ele não depende do instrumento para sobreviver.

(posso estar falando besterira) mas eu fugiria dessa situação toda.

GeTorres escreveu: Na minha opinião, acho que não é bem por aí. O fato de não depender do baixo pra viver, não interfere muito no valor sentimental do bem. Aliás, uma coisa não tem nada a ver com a outra.

Imagine que eu tenho um relógio de parede que está na minha família há 10 gerações. Eu não dependo desse relógio pra viver, mas ele tem um valor sentimental que SOMENTE EU posso mensurar, é completamente subjetivo. Cabe ao juiz interpretar isso, e verificar se essa mensuração é razoável.

Eu posso ter um baixo tonante, que meu avô me deu no seu leito de morte. O baixo não vale nem 50 reais, mas o seu valor sentimental é enorme. Se alguém causa um dano a esse objeto, esse dano é quase exclusivamente MORAL, e não, ECONÔMICO.
É daí que vem o ressarcimento por dano MORAL.

É bem plausível essa hipótese de alegar apreço sentimental pelo objeto, para não submetê-lo novamente às mãos de um profissional que, comprovadamente, não tem gabarito para tal.

Torno a repetir, trata-se de dano material, independe se ele necessita do baixo para sobreviver; se fosse o caso, a gravidade do erro seria de proporção maior e caberia lucro cessante pelo tempo que não poderia trabalhar. è indenização por dano material, nada mais que isso

O exemplo do relógio funciona, por ser algo antigo e de comprovada ligação afetiva, o baixo não pode ser visto desta forma. Expor a frustração é uma coisa, alegar depressão pela kgd e o apego (nós sabemos que isso existe e eu mesmo tenho meus 'filhos') outra é pedir dano moral, que eu creio que não é o caso.

Estou a disposição!


Vcs acham que é um Juiz que vai julgar este tipo de processo? Esqueçam! Isso aí fica nas pequenas causas, nas mãos dos estagiários mesmo... às vezes um que outro estagiário desmensurado dá uma condenação mais alta, mas a orientação da justiça nas condenações por dano moral (isso SE ganhar) é ser uma merreca, parem de perder tempo se iludindo em ganhar dinheiro com danos morais... e mesmo que vc comprove que o instrumento tenha um valor sentimental para você o que é muito difícil de acontecer, vai ser sempre sopesado seu valor comercial.

Fica como exemplo os casos num passado não muito distante onde as pessoas queriam cobrar danos morais por seu carro ter sido avariado em acidente de trânsito. Alegavam o valor sentimental do veículo, que nunca tinha sido batido... A Justiça abomina este agir que é chamado pejorativamente de indústria do dano moral... hoje não cola mais.

O que vc vai gastar para correr de atrás da justiça com ajuizamendo do processo, audiências, dias de trabalho perdido e tentativas de cobrar eventual condenação após mais de 02 anos de processo, vc compra um SX novo... desencana e veja o que vc consegue acertar com o luthier trapalhão numa boa...

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Re: [REVIEW] Por que eu não recomendo a Vintage RS (Porto Alegre).

Mensagem por malka_aff em Seg Mar 26, 2012 10:36 pm

Eu sempre ouvi coisa boa da Vintage RS mas sempre que tentei contratar algum serviço deles, fui mal atendido e meio que subestimado, sei la se é por eu ser mais novo, ou por andar com um Giannini Fiber Bass nas costas, eles nunca me trataram bem. Vintage RS não é uma opção pra mim e nada do que tem nesse tópico é novidade. Esses dias também descobri que um outro luthier que tinha um nome bem falado tbm faz serviços porcos. o Bil, de Porto Alegre. O pessoal da Luffin tambem ja me passaram a perna.

Conclusão: Hoje, na Cidade de Porto Alegre, não há um luthier decente.

Eu precisava de um luthier que instalasse a ponte do meu gianoca rebaixada na madeira. Acho que enviarei o baixo desmontado por correio para nosso amigo guerra fazer a instalação da ponte!
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Re: [REVIEW] Por que eu não recomendo a Vintage RS (Porto Alegre).

Mensagem por CaQuinhO em Seg Mar 26, 2012 10:54 pm

subgrave escreveu:

Vcs acham que é um Juiz que vai julgar este tipo de processo? Esqueçam! Isso aí fica nas pequenas causas, nas mãos dos estagiários mesmo... às vezes um que outro estagiário desmensurado dá uma condenação mais alta, mas a orientação da justiça nas condenações por dano moral (isso SE ganhar) é ser uma merreca, parem de perder tempo se iludindo em ganhar dinheiro com danos morais... e mesmo que vc comprove que o instrumento tenha um valor sentimental para você o que é muito difícil de acontecer, vai ser sempre sopesado seu valor comercial.

Fica como exemplo os casos num passado não muito distante onde as pessoas queriam cobrar danos morais por seu carro ter sido avariado em acidente de trânsito. Alegavam o valor sentimental do veículo, que nunca tinha sido batido... A Justiça abomina este agir que é chamado pejorativamente de indústria do dano moral... hoje não cola mais.

O que vc vai gastar para correr de atrás da justiça com ajuizamendo do processo, audiências, dias de trabalho perdido e tentativas de cobrar eventual condenação após mais de 02 anos de processo, vc compra um SX novo... desencana e veja o que vc consegue acertar com o luthier trapalhão numa boa...

Cara, nao é por nada nao, mas isso não condiz com a realidade da minha região.
Já tive algumas ações tramitando no JEPC, e os estagiários só tentam mediar o acordo.
Sobre o sucesso das ações, ganhei algumas, perdi outras.
Ganhei uma recentemente contra uma operadora de telefone, e recebi exatamente o valor que pedi (foi o juiz, como sempre, quem mediou a audiência final).

Não sei onde é onde você mora, mas se for considerar as minhas experiências no JEPC, você tá meio por fora.
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Re: [REVIEW] Por que eu não recomendo a Vintage RS (Porto Alegre).

Mensagem por GeTorres em Seg Mar 26, 2012 11:09 pm

Aqui na minha região eu observei que se tratam de promotores de justiça na maioria dos casos, ou funcionário concursado com formação em Direito.

Houve na UNISAL cursos para formarem MEDIADORES para as juntas de conciliação. A preferencia era para os alunos do 4 e 5 anos, houve prova classificatória e tals...

Em Lorena passa-se primeiro pelos mediadores voluntários (como disse há qualificação prévia) e depois é que é encaminhado ao JEPC, caso não ocorra um acordo ou de houve algum descumprimento do acordado.

Estagiário? Só na beira do balcão protocolando e com funcionários por perto.


Última edição por GeTorres em Seg Mar 26, 2012 11:12 pm, editado 1 vez(es) (Razão : orelhada)
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Re: [REVIEW] Por que eu não recomendo a Vintage RS (Porto Alegre).

Mensagem por ferabreu em Ter Mar 27, 2012 3:12 pm

Pô, agradeço por todas as mensagens de apoio e críticas construtivas, pessoal. Estou aprontando o molde para o escudo novo. Espero achar algum lugar pra fazer a peça para mim, em acrílico ou metal...

O JEC aqui, na minha opinião, é na base do estagiário mesmo...
Uma decisão de um processo meu ali saiu com um erro de cálculo bem tosco. Entrei com embargos declaratórios explicando o erro cometido e o método de correção. A pessoa que leu o recurso não entendeu o texto, e não corrigiu o cálculo da indenização que me era devida.

Sinceramente, eu creio que, se eu recorresse ao juizado para este caso, decidiriam contra mim pelo fato de não ter aceitado a proposta do luthier de corrigir o problema criado por ele.

Tá lá o baixo em cima da cama, fora de combate.
Que droga.

Além do fórum do CifraClub, recomendam algum outro em que eu deva postar essa história?
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Re: [REVIEW] Por que eu não recomendo a Vintage RS (Porto Alegre).

Mensagem por brucce em Ter Mar 27, 2012 3:15 pm

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Re: [REVIEW] Por que eu não recomendo a Vintage RS (Porto Alegre).

Mensagem por subgrave em Ter Mar 27, 2012 3:39 pm

CaQuinhO escreveu:

Cara, nao é por nada nao, mas isso não condiz com a realidade da minha região.
Já tive algumas ações tramitando no JEPC, e os estagiários só tentam mediar o acordo.
Sobre o sucesso das ações, ganhei algumas, perdi outras.
Ganhei uma recentemente contra uma operadora de telefone, e recebi exatamente o valor que pedi (foi o juiz, como sempre, quem mediou a audiência final).

Não sei onde é onde você mora, mas se for considerar as minhas experiências no JEPC, você tá meio por fora.

Estou mais por dentro do que vc imagina. Quem vc achava que era um juiz era um estagiário travestido de juiz, que costumam chamar de "juiz leigo", que na realidade nada mais é que um estagiário, claro são escolhidos estagiários mais maduros e com mais pinta prá coisa, mas estagiários... e que estão ganhando uns 30-40 pila para fazer a audiência e dar a sentença...

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Re: [REVIEW] Por que eu não recomendo a Vintage RS (Porto Alegre).

Mensagem por DenisLM em Ter Mar 27, 2012 3:41 pm

aproveita e faz um relic no baixo!

desce "baixada" no luthier.... Twisted Evil


brinks!!! nada de violência! pelamor! pale
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Re: [REVIEW] Por que eu não recomendo a Vintage RS (Porto Alegre).

Mensagem por CaQuinhO em Ter Mar 27, 2012 4:01 pm

subgrave escreveu:
CaQuinhO escreveu:

Cara, nao é por nada nao, mas isso não condiz com a realidade da minha região.
Já tive algumas ações tramitando no JEPC, e os estagiários só tentam mediar o acordo.
Sobre o sucesso das ações, ganhei algumas, perdi outras.
Ganhei uma recentemente contra uma operadora de telefone, e recebi exatamente o valor que pedi (foi o juiz, como sempre, quem mediou a audiência final).

Não sei onde é onde você mora, mas se for considerar as minhas experiências no JEPC, você tá meio por fora.

Estou mais por dentro do que vc imagina. Quem vc achava que era um juiz era um estagiário travestido de juiz, que costumam chamar de "juiz leigo", que na realidade nada mais é que um estagiário, claro são escolhidos estagiários mais maduros e com mais pinta prá coisa, mas estagiários... e que estão ganhando uns 30-40 pila para fazer a audiência e dar a sentença...

Então ele cometeu falsidade ideológica.
Assinou como Juiz Fulano de Tal.
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Re: [REVIEW] Por que eu não recomendo a Vintage RS (Porto Alegre).

Mensagem por ferabreu em Ter Mar 27, 2012 4:15 pm

"Juiz Leigo" não é servidor concursado?
Eu acho que é.

Mas isso não melhora muito a situação...
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Re: [REVIEW] Por que eu não recomendo a Vintage RS (Porto Alegre).

Mensagem por matsegredo em Ter Mar 27, 2012 4:44 pm

ferabreu escreveu:
Se eu fosse voce, sinceramente iria no PROCON, apresentaria todas as fotos do que ele fez, e etc...
Pois voce pediu diversos servicos, e nenhum deles precisava furar o baixo... ele fazendo um escudo PERSONALIZADO ja iria atender esse teu requisito

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Re: [REVIEW] Por que eu não recomendo a Vintage RS (Porto Alegre).

Mensagem por subgrave em Ter Mar 27, 2012 5:09 pm

CaQuinhO escreveu:

Então ele cometeu falsidade ideológica.
Assinou como Juiz Fulano de Tal.

Eventualmente pode ocorrer de aparecer algum juiz de verdade para fazer a audiência e dar a sentença, mas é algo bem raro de acontecer.

ferabreu escreveu:"Juiz Leigo" não é servidor concursado?
Eu acho que é.

Mas isso não melhora muito a situação...

"juiz leigo" não é servidor concursado não, é apenas estagiário, na verdade costumam ser cargos exercidos por estagiários quando recém formados... seria tipo uma promoção para o estagiário... mas infelizmente ainda com todo amadorismo digno de estagiários...

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Re: [REVIEW] Por que eu não recomendo a Vintage RS (Porto Alegre).

Mensagem por RenanB em Ter Mar 27, 2012 6:43 pm

subgrave escreveu:
CaQuinhO escreveu:

Então ele cometeu falsidade ideológica.
Assinou como Juiz Fulano de Tal.

Eventualmente pode ocorrer de aparecer algum juiz de verdade para fazer a audiência e dar a sentença, mas é algo bem raro de acontecer.

ferabreu escreveu:"Juiz Leigo" não é servidor concursado?
Eu acho que é.

Mas isso não melhora muito a situação...

"juiz leigo" não é servidor concursado não, é apenas estagiário, na verdade costumam ser cargos exercidos por estagiários quando recém formados... seria tipo uma promoção para o estagiário... mas infelizmente ainda com todo amadorismo digno de estagiários...

LOL! sério que ai no RS juiz leigo é estagiário? se isso for verdade é uma aberração heim, hoje em dia até pra entrar como estagiário no serviço público é preciso concurso ou teste seletivo, é exatamente o que vai acontecer daqui um mês no meu estado: concurso para conciliador e juiz leigo, ambos são funcionários do TJ contratados por prazo determinado geralmente 2 anos, lotados nos juizados especiais, como requisitos é preciso ser bacharel em direito e para juiz leigo geralmente exigem oab e experiencia na advocacia.

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Re: [REVIEW] Por que eu não recomendo a Vintage RS (Porto Alegre).

Mensagem por ferabreu em Qua Mar 28, 2012 1:30 pm

Olha, não é verdade que juiz leigo é estagiário.

Os juízes leigos são servidores, bacharéis em Direito.
Não sei se é obrigatória a seleção por concurso...
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Re: [REVIEW] Por que eu não recomendo a Vintage RS (Porto Alegre).

Mensagem por subgrave em Qua Mar 28, 2012 2:15 pm

^Realmente existe a necessidade de serem bacharéis em Direito, grande coisa, na prática não muda nada, um estagiário com diploma é como se fosse um estagiariozão, o que é mais perigoso que um estagiário que ainda está na faculdade, quem se forma e tem competência vai fazer carreira, os incopetentes vão brincar de ser juiz leigo... por essas e outras que eu tenho medo das pequenas causas....

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Re: [REVIEW] Por que eu não recomendo a Vintage RS (Porto Alegre).

Mensagem por Leandro Bragança em Qua Mar 28, 2012 6:07 pm

Serei breve pois, apesar de advogado, acho esse tipo de debate sobre direito entediante.

Segundo a lei que dispõe sobre os Juizados Especiais Cíveis os juízes leigos são advogados com, pelo menos, 5 anos de experiência. Mas isso é o que menos importa neste debate. O que importa é que TODA decisão proferida pelo juiz leigo é homologada pelo juiz togado, ou seja, no fim das contas a responsabilidade é do juiz togado.
E mais: Se a parte considerar a decisão de primeira instância equivocada poderá recorrer da sentença e submeter a causa à apreciação da Turma Recursal Cível, que é um colegiado formado por 3 juízes togados!

Portanto, não concordo com esse discurso de que não devemos buscar os juizados especias sob o argumento de que as decisões proferidas "não são sérias".
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Re: [REVIEW] Por que eu não recomendo a Vintage RS (Porto Alegre).

Mensagem por PauloBass em Qua Mar 28, 2012 6:17 pm

G. Kanazawa escreveu:Ele vendeu seu escudo, vc deveria cobrar entao a grana desse escudo. De uma ultima chance pro cara, explique minuciosamente o que vc quer, mas tambem cobre que ele faca exatamente oq vc quer.

Neste caso, dar uma nova chance ao cara é um risco bem grande...
Sabe aquela história do cara que foi almoçar num restaurante, pediu um bife e veio mal passado, então pediu pro garçom levar de volta pro cozinheiro assar mais um pouquinho?
Pois é, o cozinheiro não gostou do lance, deu uma bela cuspida no seu bife, mandou de volta, você comeu e nem percebeu...
Parece viagem, mas o "lutiê" pode querer te sacanear só porque você reclamou! rsrs! Mad
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Re: [REVIEW] Por que eu não recomendo a Vintage RS (Porto Alegre).

Mensagem por subgrave em Seg Abr 02, 2012 9:19 pm

Não quero mais desvirtuar esse tópico, somente registrar que na prática Iczto Non Ecziste=>
Leandro Bragança escreveu:os juízes leigos são advogados com, pelo menos, 5 anos de experiência.

E que quanto a isso:
Leandro Bragança escreveu: TODA decisão proferida pelo juiz leigo é homologada pelo juiz togado, ou seja, no fim das contas a responsabilidade é do juiz togado..
os juízes togados raramente lêem as decisões dos juízes leigos.


E quanto a isso:
Leandro Bragança escreveu: Se a parte considerar a decisão de primeira instância equivocada poderá recorrer da sentença e submeter a causa à apreciação da Turma Recursal Cível, que é um colegiado formado por 3 juízes togados!

Portanto, não concordo com esse discurso de que não devemos buscar os juizados especias sob o argumento de que as decisões proferidas "não são sérias".
eu não quis desincentivar nada, apenas chamar a atenção para a realidade, que pode não ser a mesma em todo o Brasil, talvez fruto de desabafo de algumas situações, e em que pese poder-se fazer um recurso (isso mesmo somente um), depois que a besteira já está feita pelo juiz leigo é sempre mais difícil e trabalhoso concertar...

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Re: [REVIEW] Por que eu não recomendo a Vintage RS (Porto Alegre).

Mensagem por ct.colela em Seg Abr 02, 2012 10:05 pm

Tambem acho que o juis é ladrão foi penalti ou não foi?????? :troll:
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Re: [REVIEW] Por que eu não recomendo a Vintage RS (Porto Alegre).

Mensagem por GeTorres em Seg Abr 02, 2012 10:10 pm

Leandro Bragança escreveu:Serei breve pois, apesar de advogado, acho esse tipo de debate sobre direito entediante.

Segundo a lei que dispõe sobre os Juizados Especiais Cíveis os juízes leigos são advogados com, pelo menos, 5 anos de experiência. Mas isso é o que menos importa neste debate. O que importa é que TODA decisão proferida pelo juiz leigo é homologada pelo juiz togado, ou seja, no fim das contas a responsabilidade é do juiz togado.
E mais: Se a parte considerar a decisão de primeira instância equivocada poderá recorrer da sentença e submeter a causa à apreciação da Turma Recursal Cível, que é um colegiado formado por 3 juízes togados!

Portanto, não concordo com esse discurso de que não devemos buscar os juizados especias sob o argumento de que as decisões proferidas "não são sérias".

claps claps claps


^^ Não seja tão modesto Subgrave!!!

Polêmica deveria ser o seu sobrenome e você sabe disso!

Se não funciona em seu estado ou região, pacênça... Aqui em SP o JEC ou JECrim funcionam, fazer o que?!

Pronto! Já fez o seu desabafo, uns concordam e outros não; o que é normal na vida. Vamos tentar voltar ao tema do tópico, que já foi muito mais de que desvirtuado senhores!
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Re: [REVIEW] Por que eu não recomendo a Vintage RS (Porto Alegre).

Mensagem por GeTorres em Seg Abr 02, 2012 10:12 pm

ct.colela escreveu:Tambem acho que o juis é ladrão foi penalti ou não foi?????? :troll:

foi sim manow! e a p***a da banderinha tá no rolo! :troll:
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Re: [REVIEW] Por que eu não recomendo a Vintage RS (Porto Alegre).

Mensagem por CG em Seg Abr 02, 2012 10:13 pm

Leandro Bragança escreveu:acho esse tipo de debate sobre direito entediante.

(2)
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Re: [REVIEW] Por que eu não recomendo a Vintage RS (Porto Alegre).

Mensagem por subgrave em Seg Abr 02, 2012 10:52 pm

GeTorres escreveu:Vamos tentar voltar ao tema do tópico, que já foi muito mais de que desvirtuado senhores!

entãonzis... que fim teve o causo?
teve processo ou foi refeito o serviço?
aguardemos o próximo capítulo...

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Re: [REVIEW] Por que eu não recomendo a Vintage RS (Porto Alegre).

Mensagem por Gaelramone em Qua Abr 04, 2012 11:31 am

Amigo eu acho que você deve procurar os seus direitos, claro que isso demora e possivelmente a Vintage RS vai querer negociar, se ocorrer a negociação e ele propor refazer o trabalho, peça para ele ao invez de refazer o trabalho pagar para outro luthier reparar o erro e ele pagar o serviço e nesse caso aconselho a Guitar Garage http://www.guitargarage.com.br/ , esses caras são salvadores de intrumentos e são de POA, tu pode até olhar os intrumentos que eles salvaram, varios fender e outras grandes marcas, que simplesmente não estavam em condições de tocabilidade e foram recuperados por eles, claro que olhando algumas fotos de alguns instrumentos a venda alguns não são tão bonitos mas só de ver como eram antes, e a idade que esses instrumentos tem a quantidade de estrada que já rodaram da para entender como ficaram nesses estados

Como sou de Canoas já levei um Viola Bass da Condor que arrecem tinha comprado na Vintage RS para regulagem, achei estranho pois em 1 dia foi o prazo do serviço, na Luffing por exemplo demora quase uma semana, só para regular o tensor demora-se horas e para primeira regulagem isso demora bastante pois é 1/4 de volta no tensor por hora, mas até ai tudo bem se o luthier pegar meu baixo logo de cara e começar cedo da para fazer em um dia, mas isso é sinal de pouco serviço e sinal de musicos fugindo da Vintage RS pela sua falta de qualidade, bom depois de um dia peguei o VB lá realmente o serviço no Nut ficou bem feito que eles tiveram que diminuir pois ele tem o que se chama traste 0 (zero), onde as cordas ficam apoiadas no traste 0 ao inves de no nut, no caso o nut serve só para posicionar as cordas no lugar certo, mas a regulagem não estava boa, e eu não percebi pois tinha pouco tempo para revisar ali, levei para casa e o baixo trastejava a partir do 14 traste coisa que resolvi eu mesmo em casa e após nunca mais levei lá.


Última edição por Gaelramone em Qua Abr 04, 2012 11:37 am, editado 1 vez(es) (Razão : erro no texto)
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Re: [REVIEW] Por que eu não recomendo a Vintage RS (Porto Alegre).

Mensagem por ferabreu em Qua Abr 04, 2012 2:00 pm

Galera, eu cheguei a ir ao Procon sim...mas cheguei lá no fim do expediente, estava fechando. Por sorte, dei de cara com uma moça que trabalha no local, que estava na porta, saindo.

Comentei o caso com ela, e ela foi categórica: se o luthier ofereceu consertar o que fez, eu teria que dar chance a ele, e poderia conseguir ua indenização ou desconto correspondente ao valor de mercado da peça desviada.

Eu acompanhei todos os debates aqui no tópico, e agradeço por todas as sugestões, mas, desde o início, já sabia que a única coisa que eu conseguiria, no Procon ou na justiça, seria um "leve-o-baixo-de-volta-na-loja-e-só-se-der-problema-a-gente-conversa".

Ele disse que consertaria tudo de graça. Eu recusei, porque perdi a confiança nele. Se ele não tivesse sumido com meu escudo, eu até pensaria no caso. Mas como ele fez o que fez, como fiquei muito bravo quando tirei o escudo do baixo e vi a porqueira feita na madeira, e como sei que o rapazinho que trabalha lá na Vintage RS como peão e faz a maior parte do trabalho "chinelo" não está nem um pouco preocupado em prestar um bom serviço, achei que não valeria a pena correr mais riscos.

Acho que a legislação, e os profissionais que lidam com esse assunto - defesa do consumidor - consideram os produtos apenas "produtos" mesmo. Coisas, que vão e vêm. Eu tendo a "personalizar" as coisas que tenho, e não deixo qualquer um pôr as mãos nelas. A lei adota um extremo, e eu, o outro. A verdade é que nenhum deles é adequado. A idéia de "substituir por similar", por exemplo, nem sempre funciona a contento. Dizem que justiça, dependendo do caso, consiste em "balancear as perdas" - eu sou formado em Direito e tenho certa dificuldade para aceitar essa idéia.

No meu caso, por exemplo, eu tinha um baixo com um nut de plástico meio gasto, um escudo que não fechava 100% com o corpo e um captador um pouco torto.
Depois do serviço, acabei com um baixo esburacado, um escudo que não fecha nem 50% com o corpo, e um nut de osso que já veio "meio gasto" da origem - os sulcos das cordas ficaram grandes demais, e o acabamento da peça não está bom.

Se EU tivesse o poder de coagir o luthier a reparar o que fez, eu determinaria que ele deveria deixar o baixo exatamente como estava antes. Isso daria uma trabalheira do inferno, porque acertar os furos de forma imperceptível, por exemplo, nem sei como poderia ser feito.

Um terceiro que fosse decidir a respeito do assunto "balancearia as perdas", determinando algo assim: "luthier, só faz o escudo direito. Os furos, azar, ninguém vê mesmo. O captador nem está torto nada".

Para receber esse tipo de apoio, não vale a pena eu me incomodar. Estou fazendo o que eu disse que faria - consertando o baixo eu mesmo.

A lei, a justiça e o "direito" não se adaptam bem a todas as situações e a todas as pessoas. Este é um caso em que qualquer solução não seria adequada para mim, e, além disso, não causaria perda bastante ao luthier para educá-lo.

Espero que não se decepcionem com minha decisão.
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Re: [REVIEW] Por que eu não recomendo a Vintage RS (Porto Alegre).

Mensagem por ferabreu em Qua Abr 04, 2012 2:06 pm

GAELRAMONE, obrigado por sugerir a Guitar Garage.

Mas não acho que eles resolveriam o problema não. Pelo que vi no site, deve ser uma loja muito "high class" para mexer num baixo simples e barato como o meu.

Eu precisaria de alguém que não atuasse "melhor ou pior" de acordo com o preço do instrumento, mas que tratasse todos - de Tonante a Fodera - com o mesmo cuidado, ou seja: de acordo com os termos do contrato firmado com o cliente.
O cliente paga o que o profissional exige, o profissional executa o serviço que o cliente espera. Simples assim.

Infelizmente, acho que esse tipo de profissional é muito raro em qualquer área. Não vou mais procurar.
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Re: [REVIEW] Por que eu não recomendo a Vintage RS (Porto Alegre).

Mensagem por ferabreu em Qua Abr 04, 2012 2:22 pm

ct.colela escreveu:Tambem acho que o juis é ladrão foi penalti ou não foi?????? :troll:

Consultemos a Corregedoria Nacional de Justiça!!
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Re: [REVIEW] Por que eu não recomendo a Vintage RS (Porto Alegre).

Mensagem por Gaelramone em Qua Abr 04, 2012 2:27 pm

Olha amigo você fazendo não é uma boa ideia, mas como eu mesmo aprendi a fazer as regulagens basicas nos meus instrumentos prefiro não dar conselho sobre isso, mas acho que no caso dos buracos não tem solução pois quando o pessoal compra um baixo com covers, tipo aqueles JB com cover nos captadores eles tiram e fica a marca dos buracos nunca vi um que aqueles buracos tenham sido tapados a não ser que tu tape os buracos lixe o corpo e pinte denovo dai o visual vai ficar como novo, acho dificil de outra maneira, quanto ao escudo melho coisa a fazer seria fazer o molde de papelao ou outro material meio duro e mandar fazer em cima do molde principalmente para fazer o encaixe do braço e o encaixa do plate dos captadores o captador fica mais dificil

Mas eu estava pensando uma coisa nunca vi um instrumento que possa ser dito que foi feito na Vintage RS, tipo essa guitarra é Vintage RS, agora vejo instrumentos feitos pela Luffing até o James guitarrista da Tequila Baby usava uma guitarra Luffing no inicio de carreira, isso na época que a banda já fazia sucesso, acho que era endorser, esse tipo de trabalho que tem que fazer peças tem que ser feito com luthiers que tenham experiencia na fabricaçao de instrumentos, pois Vintage RS, Bill, Moraes, etc... só serve para regulagem basica (troca de cordas, tensor, ação, oitavas), isso minha opinião claro
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Re: [REVIEW] Por que eu não recomendo a Vintage RS (Porto Alegre).

Mensagem por Gaelramone em Qua Abr 04, 2012 2:29 pm

olha amigo que eu saiba dinheiro é dinheiro e eles mexem em qualquer instrumento sim, só que são meio careiros hehehehe, mas se paga por qualidade

e nunca vi eles fazerem um serviço ruim para instrumento ruim e bom para bom, eles mantem o padrão de qualidade para todos os instrumentos


Última edição por Gaelramone em Qua Abr 04, 2012 2:32 pm, editado 1 vez(es) (Razão : Melhoria)
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Re: [REVIEW] Por que eu não recomendo a Vintage RS (Porto Alegre).

Mensagem por GeTorres em Qui Abr 05, 2012 8:08 pm

ferabreu escreveu:Galera, eu cheguei a ir ao Procon sim...mas cheguei lá no fim do expediente, estava fechando. Por sorte, dei de cara com uma moça que trabalha no local, que estava na porta, saindo. Comentei o caso com ela, e ela foi categórica: se o luthier ofereceu consertar o que fez, eu teria que dar chance a ele, e poderia conseguir ua indenização ou desconto correspondente ao valor de mercado da peça desviada.(...)
Espero que não se decepcionem com minha decisão.

Ferabreu, a decisão é somente sua, nós gostarmos ou não, creio ser indiferente. Você ponderou todas as variáveis e concluiu que é melhor consertar você mesmo pois perdeu a confiança no lará..., ops, digo, lutiê.

Você falou algo sobre "cobrar o que vale e fazer do modo certo" seja Tonante ou Fodera...

Já conversou com o Guerra? (Guerra_luthier) ele é aqui do forum, converse com ele em MP e veja se é possível, e se ele aceita a empreita de reparar a kgd feita.

Quem sabe dói menos do que se imagina no bolso...
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Re: [REVIEW] Por que eu não recomendo a Vintage RS (Porto Alegre).

Mensagem por warZ em Qua Abr 11, 2012 12:44 pm

Nossa! Mexeu no escudo e pestana. Agora sei por que sinto calafrios quando alguém diz que vai mandar pintar um instrumento. Sei de uma estória que um maluco mandou pintar um baixo inteiriço num luthier da região, e este mandou pintar numa oficina automotiva. Tudo deu certo até o momento que terminado o serviço o "zezinho" colocou o baixo para secar ao sol... Verão

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Re: [REVIEW] Por que eu não recomendo a Vintage RS (Porto Alegre).

Mensagem por zanforlin em Qua Abr 11, 2012 2:00 pm

Por isso eu penso e sempre digo aos meus amigos: Só mexa num instrumento se realmente precisar... Não invente moda, pois pode acabar como o nosso amigo aí... Só levo no luthier quando preciso fazer alguma coisa que não sei...


Por isso aprendi a fazer as coisas mais simples... Confio mais em mim do que neles (pras coisas que eu procurei estudar e sei fazer).

Agora uma dica pro amigo ai... Desencana... leve em outro luthier, peça para consertar, e vá tocar com o baixo... Não ligue para os furos, batidinhos, arranhadinhos, etc... Senão você vai encanar e não vai ter prazer para tocar ...
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Mensagem por Jimy em Seg Jun 22, 2015 9:43 am

O dono da Vintage RS é um completo vagabundo. Também entrei nesse barco furado, só meu custo foi maior.
Me cobrou 300 reai prum servicinho de 5ª categoria ou mais, se diz profissional da elétrica de instrumentos e o meu SX (por coincidência tb é um SX) veio sem aterramento, cheio de chiado.
O espelho (palheteira) que ele disse fazer sob medida, está todo mal feito e não encaixa direito. Meu bag sumiu, um bag que custou na época uns 200 reais, isso sem falar dos maus elementos que vão lá vender produtos roubados na loja. Um absurdo.
Nunca mais coloco os pés lá dentro.

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Re: [REVIEW] Por que eu não recomendo a Vintage RS (Porto Alegre).

Mensagem por warZ em Qua Jun 24, 2015 4:52 pm

allexcosta escreveu:O certo mesmo é esse luthier comprar um SX novo e te dar e ficar com esse. Ele vende novo e perde sei lá, 200 ou 300 Reais. Bem melhor que queimar o nome. Quem fica satisfeito com o serviço fala pra 3 pessoas, quem não fica fala pra 30.

Isso! Apesar da resistência inicial do "profissional", esta me parece uma opção bem plausível.
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Re: [REVIEW] Por que eu não recomendo a Vintage RS (Porto Alegre).

Mensagem por Jimy em Qua Jun 24, 2015 5:48 pm

Pois eh! Mas como tu sabe bem, aqui eh Brasil! As vezes eh melhor a gente mesmo clicar a nao na massa e fazer o serviço (quando está ao nosso alcance) ou procurar um profissional adequado ao que tu precisa. Mas com certeza, nunca mais coloco os pés na Vintage RS e nunca mais indico essa lutheria podre.

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Re: [REVIEW] Por que eu não recomendo a Vintage RS (Porto Alegre).

Mensagem por Edu em Qui Jun 25, 2015 12:22 am

Jimy escreveu:O dono da Vintage RS é um completo vagabundo. Também entrei nesse barco furado, só meu custo foi maior.
Me cobrou 300 reai prum servicinho de 5ª categoria ou mais, se diz profissional da elétrica de instrumentos e o meu SX (por coincidência tb é um SX) veio sem aterramento, cheio de chiado.
O espelho (palheteira) que ele disse fazer sob medida, está todo mal feito e não encaixa direito. Meu bag sumiu, um bag que custou na época uns 200 reais, isso sem falar dos maus elementos que vão lá vender produtos roubados na loja. Um absurdo.
Nunca mais coloco os pés lá dentro.

p#$% que o pariu! Que absurdo isso! Já é caso pra dispensar qualquer tipo de formalidade, se é que me entende!
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Re: [REVIEW] Por que eu não recomendo a Vintage RS (Porto Alegre).

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