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Guerras, guerras e mais guerras...

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Mensagem por Tarcísio Caetano em Sex 01 Mar 2013, 08:57

Navegávamos a esmo, ao sabor do vento.

Em uma noite de mar calmo, uma brisa fria soprando a bombordo, começamos e ouvir, muito sutilmente, barulhos que se pareciam com o estalar de dedos, mas mais grave.
Barulhos estes que foram aumentando de volume e ficando mais audíveis. Percebemos, então, que eram como aqueles barulhos de fogos de artifício, que são estourados em tempos de festa e comemoração, só que mais intensos e constantes.

Chegávamos em uma 'zona de guerra'. Ao identificarmos a situação, e já estávamos perto, viramos o leme na direção oposta, soltamos todas as velas e nos distanciamos rapidamente daquele lugar.

O que estava acontecendo? Quais os motivos daquilo? Quem estava envolvido e há quanto tempo? Perguntas sem resposta.

Quando me acalmei e pude refletir melhor sobre os acontecimentos recentes, lembrei-me de uma canção que dizia respeito há uma guerra, estúpida guerra como todas elas são...e que foi medida, não por territórios tomados, ou riquezas conquistadas...mas pela contagem de mortos. Uma guerra, que originariamente, seria ganha (assim pensavam os especialistas) pelo número de mortos em cada lado envolvido...



"Guerra é um confronto sujeito a interesses da disputa entre dois ou mais grupos distintos de indivíduos mais ou menos organizados, utilizando-se de armas para tentar derrotar o adversário. A guerra pode ocorrer entre países ou entre grupos menores como tribos ou facções políticas dentro do mesmo país (confronto interno). Em ambos os casos, pode-se ter a oposição dos grupos rivais isoladamente ou em conjunto. Neste último caso, tem-se a formação de aliança(s)".

"Toda Guerra tem diversas causas, mas geralmente é possível identificar uma causa principal. Às vezes é difícil distinguir as causas reais de uma guerra, das justificativas e discursos adotados pelos atores envolvidos na guerra. As guerras totais geralmente envolvem várias das causas apresentadas a seguir, simultaneamente.
Poder - Toda guerra envolve em algum grau a disputa por poder. Geralmente a disputa por poder é mais clara nos conflitos envolvendo grupos políticos que querem tomar o controle sobre o Estado, em uma guerra civil ou revolucionária, ou em disputas envolvendo grandes potências pela liderança de uma região ou do mundo.
Estratégia - Necessidade de base militar para dominar um outro inimigo como por exemplo a conquista da Dinamarca pela Alemanha Nazista cujo real objetivo era dominar a Noruega na segunda guerra mundial.
Economia e riqueza - A maior parte, senão a totalidade das guerras envolvem motivações econômicas, que vão desde a posse de bens ou riquezas, até o controle de recursos econômicos estratégicos. Podem ter por objetivo a conquista de territórios, recursos e mercados ou a eliminação de sistemas político-econômicos competidores rivais. São mais pronunciadas nas guerras modernas, quando os Estados já são orientados por uma lógica mais industrial-financeira e recursos muitas vezes raros tornam-se essenciais em determinados processos produtivos. Teoricamente conflitos deste tipo tenderiam a ser analisados pelos beligerantes em função de seu custo e benefício. Quando bem planejadas, os alvos são claramente definidos (infra-estrutura do adversário) e as ações militares buscam a resolução mais rápida possível, minimizando baixas e custos. Em alguns casos de guerras civis, nota-se que a causa principal da conflagração militar é a disputa por recursos naturais estratégicos ou de alto valor, como diamantes, metais raros, ou petróleo, comumente denominadas Guerras por Recursos Naturais. Em alguns casos, até mesmo terras férteis e água podem ser considerados recursos valiosos em disputa por grupos rivais, a ponto de deflagarem guerras civis ou conflitos locais. Mesmo quando a disputa por estes recursos naturais não deflagra diretamente o conflito armado, em muitos casos, tal disputa é determinante para a manutenção do confronto.
Imposição de ideais - Este tipo, mais amplo, é gerado tanto por fatores isolados (religião, política ou economia) ou pelo simples fato de considerarem-se superiores aos outros, de grupos que consideram as características pessoais que possuem como sendo perfeitas, considerando todas as outras obsoletas. Neste tipo normalmente se atacam a cultura de determinado povo ou grupo rival, exterminando seus conhecimentos, suas ideias e opiniões sociais. Como exemplo aqui pode-se citar os holocaustos bibliográficos, onde os alvos principais são os centros retentores de conhecimentos, as bibliotecas.
Classe Social - Algumas das guerras revolucionárias são consideradas como tendo como causa principal o confronto entre classes sociais, como nos casos da Revolução Gloriosa, na Inglaterra, Revolução Francesa ou na Revolução Russa.
Etnia e Religião - Estas motivações podem ocorrer em conjunto ou separadamente. Conflitos justificados por rivalidades étnicas e religiosas são o tipo mais antigo e permanecem atuais. O apelo étnico e religioso “justifica” o conflito como um dever histórico e o passado “fundamenta” a guerra do presente. Motivações deste tipo frequentemente geram abusos, como o extermínio de populações inteiras, na forma de etnocídios e genocídios. Sua lógica precede a lógica da política moderna e do Estado, embora este tipo de justificativa continue sendo utilizada na atualidade para diversas guerras recentes.
Dificuldades para analisar a complexidade cultural e social em determinados conflitos geraram alguns dos maiores desastres humanitários do século, como na Guerra Civil em Ruanda. Conflitos em que se usa a motivação étnica como justificativa são encontrados principalmente em países que foram colônias durante os séculos XIX e XX, onde o Estado Nacional ainda não se estruturou por completo nem há uma clara identidade nacional além dos laços familiares, de clãs ou étnicos".

"Guerra de guerrilha - Guerra que envolve o uso de pequenos contingentes militares, muitas vezes não estatal, contra um exército organizado pertencente a um Estado formal. As guerrilhas geralmente utilizam-se do que se convencionou de "táticas de guerrilha", com grande mobilidade das forças, uso de emboscadas, ataques surpresa, ataques rápidos seguidos de fulga, sabotagem e terrorismo, táticas de atrito e confronto indireto".
(Fonte: Wikipédia)
Mais detalhes: http://pt.wikipedia.org/wiki/Guerra_do_Vietn%C3%A3

"The Hollies é uma banda britânica de rock and roll formada no princípio dos anos 1960. Eles foram contratados pela Parlophone em 1963 como colegas de selo dos Beatles, e lançaram seu primeiro álbum nos Estados Unidos em 1964 durante a primeira leva da Invasão Britânica. Eles são comumente associados a Manchester, pois vários de seus integrantes originais vinham da cidade e de comunidades vizinhas. Em 2010 a banda entrou para o Hall da Fama do Rock and Roll.
O grupo foi criado pelos amigos de infância Allan Clarke, vocalista, e Graham Nash, em meados de 1962. Em seguida juntaram-se Don Rathbone na bateria, Eric Haydock no baixo, e Vic Steele na guitarra-solo. Steele foi rapidamente substituído por Tony Hicks. Em 1963, quando o grupo começou a fazer um certo sucesso, Don Rathbone passou ao posto de "roadie" e foi substituído por Bobby Elliot, considerado por muitos como um dos melhores bateristas ingleses do período do Merseybeat.
Apesar de normalmente não ser lembrada como uma das principais bandas de rock dos anos 1960, os Hollies emplacaram diversos sucessos e se tornaram, ao longo da década, o segundo grupo de maior sucesso da Grã-Bretanha em termos de vendagem de discos, atrás apenas dos Beatles. O grupo se caracterizou por impecáveis trabalhos vocais, duplos ou triplos, com Clarke, Nash e Hicks, o que ainda rende comparações com o trabalho feito anteriormente pelos Everly Brothers. Entre as canções mais populares do conjunto, destacam-se: Long Cool Woman in a Black Dress, Stay, Stop In The Name Of Love, Bus Stop, Look Through Any Window, Sorry Suzanne, Jennifer Eccles, The Air That I Breathe, além da antológica He Ain't Heavy, He's My Brother, várias delas com versões em português, escritas ou gravadas por diversos artistas da Jovem Guarda.
Em 1967, os Hollies participaram do Festival de Sanremo com a música "Non Prego Per Me", em dupla com o cantor local Mino Reitano, mas, apesar da atitude incomum para os grupos ingleses de rock mais conhecidos da época, a gravação não empolgou os jurados, e a música não passou da primeira fase do concurso.
O conjunto passou por várias mudanças em sua formação, sendo a primeira delas a saída de Haydock, por desconfiar que o grupo não estava recebendo os pagamentos a que tinha direito pelos shows e pela venda de discos. Ele foi substituído no baixo por Bernie Calvert em 1966.
Em 1968, a canção "King Midas In Reverse", escrita por Nash e gravada com diversos recursos de estúdio que eram usados por grupos como os Beatles e os Beach Boys, não se tornou o sucesso que se esperava, o que fez o grupo voltar à fórmula pop original e lançar Jennifer Eccles com grande sucesso — mas o fiasco desanimou Nash, que vinha tentando impôr um novo estilo ao grupo, sem a respectiva aceitação pelos companheiros. Este fato é apontado pelos críticos de música como a principal causa da saída de Nash do conjunto e sua ida para os Estados Unidos, para integrar o trio Crosby, Stills and Nash. Em seu lugar, entrou Terry Sylvester, que tinha passado antes pelos grupos The Escorts e Swinging Blue Jeans.
No fim de 1971, abatido com a saída do conjunto de seu amigo de infância, Allan Clarke também deixou o conjunto para seguir carreira solo, e foi substituído pelo sueco Mikael Rickfors, então um cantor já popular na Europa. No entanto, apesar de cantar em inglês com facilidade, Rickfors não era fluente na língua, o que lhe rendeu dificuldades (segundo sua própria biografia, de 2002). O grupo mudou de gravadora, passando da Parlophone para a Polydor, e conseguiu um novo sucesso internacional com "The Baby", mas logo em seguida a ex-gravadora lançou a gravação, feita ainda com Clarke no vocal, de "Long Cool Woman", que rapidamente escalou as paradas de sucessos. A conjunção dos fatores fez com Clarke reassumisse o microfone dos Hollies em 1973, onde ficou até 2002.
Apesar das diversas mudanças na formação, o grupo continuou a gravar e a fazer concertos durante os anos 1970 e 1980. O Hollies ainda apresenta-se esporadicamente, com apenas dois de seus integrantes originais.
Em Março de 2010 os integrantes dos Hollies Allan Clarke, Graham Nash, Tony Hicks, Bobby Elliot, Erick Haydock, Bernie Calvert e Terry Sylvester entraram para o Rock and Roll Hall of fame.

Integrantes:

Allan Clarke - guitarra e vocal (1962-1971; 1973-1978; 1978-2000)
Tony Hicks - guitarra e vocal (desde 1963)
Graham Nash - guitarra e vocal (1962-1968; 1981; 1982; 1983)
Don Rathbone - bateria (1962-1963; tornou-se o empresário)
Vic Steele - guitarra e vocal (1962-1963)
Bobby Elliott - bateria (desde 1963)
Eric Haydock - baixo (1963-1966; 1981)
Bernie Calvert - baixo (1966-1981)
Terry Sylvester - vocal e guitarra (1969-1981)
Mikael Rickfors - vocal, guitarra, teclado e baixo (1971-1973)
John Miles - guitarra e vocal (convidado em 1981)
Alan Coates - vocal e guitarra (1981-2004)
Dennis Haines - teclado (1983-1989)
Steve Stroud - baixo (1982-1985; 1990; 1996)
Ray Stiles - baixo, vocal (desde 1986)
Ian Parker - teclado (desde 1990)
Carl Wayne - vocal (2000-2004)
Peter Howarth - vocal (desde 2004)
Steve Lauri - vocal e guitarra (desde 2004)
Jamie Moses - guitarra e vocal (1983, durante turnês e em algumas gravações como convidado)
Dave Carey - teclado (1990)
Paul Bliss - teclado (1978; 1982-1983)
Pete Wingfield - teclado (1976-1981)
Peter Arnesen - teclado (1978; 1982-1983)
Brian Chatton - teclado (1981-1982)
Ian Harrison - vocal (2003-2004)
Dougie Wright - bateria (1967)

Discografia (incompleta):

Stay With The Hollies, 1964
In The Hollies Style, 1965
The Hollies, 1965
Would You Believe, 1966
For Certain Because, 1966
Would You Believe, 1967
Evolution, 1967
Butterfly, 1967
The Vintage Hollies, 1967 (relançamento em estéreo de In The Hollies Style)
Stay With The Hollies, 1968 (relançamento em estéreo)
The Hollies' Greatest, 1968 (coletânea)
The Hollies Sing Dylan, 1969
Hollies Sing Hollies, 1969
Reflection, 1969 (relançamento em estéreo de "The Hollies 1965")
Confessions Of The Mind, 1970
Distant Light, 1971
Romany [[1972)
Out On The Road 1973
Hollies (Eyes) 1974
Another Night 1975
Write On 1976
Russain Roulette 1976
Hollies Live 1977
A Crazy Steal 1978
The Other Side Of The Hollies (B' sides) 1978
Five Three One Double Seven O Four 1979
Buddy Holly 1980
What Goes Aaround 1983
The Hollies 1985 Coletânea com algumas músicas inéditas
The EP Collection 1987




Última edição por Tarcísio Caetano em Seg 08 Jun 2020, 21:21, editado 1 vez(es)
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Mensagem por Boss2K em Sex 01 Mar 2013, 09:33

claps Muito bom mano véio! Parabéns pelo artigo!

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Mensagem por afonsodecampos em Sex 01 Mar 2013, 11:21

Muito bom mesmo!
claps
Pena que este assunto "Guerra" está cada vez mais assombrando nossos dias!
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Mensagem por fheliojr em Sex 01 Mar 2013, 15:50

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Mensagem por Maurício_Expressão em Sex 01 Mar 2013, 21:44

Essa música: Ele não é um peso, ele é meu irmão, para mim é quase um hino!!!
Uma simples banda de rock and roll, mas eu gosto... e muito!
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Mensagem por Tarcísio Caetano em Seg 08 Jun 2020, 21:23

Boss2K escreveu: claps Muito bom mano véio! Parabéns pelo artigo!
Saudades, mano véio!!! Que Deus te abençoe e te dê paz!!!

Atualizado em 08.06.2020.
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